terça-feira, 28 de agosto de 2007

Psicodrama no BCP

A novela no BCP nunca mais acaba.
Como na política, é fundamental para Portugal existir uma renovação nos gestores. São sempre os mesmos.
Esta não é uma guerra de gerações, mas sim de poder.

terça-feira, 21 de agosto de 2007

Casamento entre pessoas do mesmo sexo

Não me faz confusão chamar-se casamento. Casem-se. Sejam felizes. E já agora tenham os mesmos direitos.

A igualdade em Portugal às vezes não existe!

Hipocritamente há muitos que defendem que os casais homossexuais devem ter os mesmos direitos dos heterossexuais, só não lhe devemos chamar casamento…

Porquê, pergunto eu?

Mas o que me incomoda mesmo é ouvir as declarações do histérico Alberto João Jardim. Deboche é ele para a Democracia e ainda não se apercebeu…

domingo, 19 de agosto de 2007

O Pensador

Li nos últimos dias um livro da editorial notícias que mais não é do que a última conversa de Agostinho da Silva. Uma entrevista de Luís Machado ao Homem que dizia ter um “Doutoramento em Raiva e uma Licenciatura em Liberdade”. Aqui ficam alguns pensamentos...

Sobre a política: “… Para mim, a verdadeira política é a da composição: ver o que é aproveitável no outro e o que parece ser aproveitável em nós e tentarmos então que essas duas coisas vão para a frente juntas…”

Passando pela aprendizagem: “ Temos, sobretudo, de aprender duas coisas: aprender o extraordinário que é o mundo e aprender a ser bastante largo por dentro, para o mundo todo poder entrar.”

Terminando no amor: “Quem ama, ama por, não há confusão possível com o verbo ter.”

Agostinho da Silva era um verdadeiro pensador. A nossa geração precisa de vários como ele. Para construirmos um futuro ainda melhor. E antes de mais, pensarmos nele.

terça-feira, 14 de agosto de 2007

Procura infantário?

Querem à força que a natalidade aumente. Mais subsídios, mais abono de família, mais isto mais aquilo.
Mas a minha geração tem um problema que não se resolve com estas iniciativas (boas, mas não estruturais).

Não há infantários. Há mas não chegam para os poucos que nascem. Públicos nem vê-los. E as listas de espera são intermináveis quer no público quer no privado. E a "propina" é por norma mais cara que a melhor das universidades privadas.

As autarquias tem aqui uma boa aposta a fazer. Fazem obra útil, em vez de rotundas enfadonhas, e ganham votos facilmente pois os pais deixam de estar à beira de um ataque de nervos para encontrar a segunda casa dos seus filhos.

sábado, 11 de agosto de 2007

Sporting 1 - Porto 0

A prova de que podemos ser mais pequeninos (em orçamento e influência) mas de que o mérito é muito mais que isso!

Para um Governo que alguns acusam de viver de propaganda a questão da cessação de funções de Dalila Rodrigues parece-me a prova do contrário: Quase todos os dias alguém me manifesta a interrogação sobre as razões do afastamento de Dalila Rodrigues do Museu Nacional de Arte Antiga. A tutela, o Ministério da Cultura, invoca como razão para a saída da directora apenas a sua discordância quanto ao modelo de gestão dos museus nacionais. Ora se a "central de informação" do governo que alguns apontam existir, fosse uma realidade teria a competente directora sido afastada 3 meses antes do termo da sua comissão de serviço, em Novembro?


Ainda lhe perguntam se quer factura?

Hoje Paulo Macedo, director geral das finanças, dá uma excelente entrevista na revista única do expresso. O título da entrevista é "ainda me perguntam se quero factura".
Quantas vezes por dia nos fazem esta pergunta? Infelizmente é a pergunta habitual quando nos prestam um serviço. Mas é nossa responsabilidade individual educar os que perguntam com a seguinte máxima: " só há duas coisas certas na vida: morrer e pagar impostos". Chegou a vossa hora...

sexta-feira, 10 de agosto de 2007

Mário Soares e os seus sábios avisos


Hoje Mário Soares dá uma entrevista ao Diário Económico. Pode não se concordar com tudo, mas vale a pena ler.

Deixo-vos um excerto que deverá fazer pensar a nossa geração na política:

"As ideologias estão a regressar, dado o fracasso global do neo-liberalismo. Depois, há a relação entre a política e os negócios - ou o dinheiro - que não fazem boa companhia. A honradez cívica dos homens da I República foi uma das suas forças, apesar dos erros que cometeram. A política não pode ser uma forma dos políticos "se governarem". O serviço público deve ser um exercício de moralidade. Mesmo na América do Norte - terra dos lobbies - começa a compreender-se que é perigoso misturar os negócios com a política."

Boa reflexão!

quinta-feira, 9 de agosto de 2007

Finalmente



Não acredito que Mendes volte a acusar Sócrates de só fazer propaganda.